E foram só, nada de mais, só
trinta minutos, os trinta que refletiram a qualidade – ainda abaixo da esperada
– do time brasileiro.
Defensivamente foi bem, teve vontade,
criou chances de gol e fez 1 x 0 com David Luiz.
Mas também não era uma equipe que brilhasse na parte técnica. Ficava devendo ainda na troca de passes. Oscar (ó Felipão quando vai armar mais e marcar menos??) Novamente mais desarmando do que armando e Neymar, nervoso e aparentemente machucado, tentando resolver sem conseguir.
Mas também não era uma equipe que brilhasse na parte técnica. Ficava devendo ainda na troca de passes. Oscar (ó Felipão quando vai armar mais e marcar menos??) Novamente mais desarmando do que armando e Neymar, nervoso e aparentemente machucado, tentando resolver sem conseguir.
A defesa
inegavelmente trabalhou bem, mesmo assim, quando Hulk atrasou errado, Marcelo
não chegou e Alexis Sánchez marcou o gol de empate.
E por
falar no chileno, como foi guerreiro, inteligente, rápido. Partidaço!
Parece que
o Brasil sentiu mais do que devia o gol sofrido, voltaram os problemas do meio
campo, a falta de posse de bola e a confusão, o nó tático, e o pior, o embaraço
era só entre os brasileiros.
Para se desatar um nó é preciso paciência
e insistir em cada gomo, trocar de posição, isso não acontecia, a bola não fluía
pelo meio do campo e novamente surgiram os lançamentos esticados, a exclusão do
meio de campo. Trocar passes, ter um setor de meio-de-campo capaz de tirar a
pressão do jogo nos piores momentos sempre foi qualidade da seleção brasileira.
Hoje não é.
Sensação
de jogo perdido, de partida mal feita de novo e novamente.
Mas veio a prorrogação e salvo
alguns lampejos de Hulk, que tentava se redimir do passe curto que originou o gol
do Chile, a seleção canarinho não progredia e o adversário pressionou grande
parte a prorrogação, até o minuto final com uma bola na trave que a bem da verdade
e pra ser justo deveria ter entrado.
Ironicamente a peleja já tinha um
vencedor, era o Chile. Então faltava saber quem ganharia a vaga e seria nos
pênaltis.
Estranhamente a família Felipão
parecia enfraquecida, sem motivação e com medo, carente de forças. Choravam
todos praticamente, do capitão ao goleiro e aposto muitos de nós torcedores.
Mas o dono da vaga é o Brasil,
não por causa do time, mas sim especificamente por aquele criticado duramente
no mundial de 2010, o bode expiatório daquela ocasião defendeu (adiantado),
duas penalidades e outra foi batida na trave.
O Brasil
continua jogando mal, doente. No receituário baseado no diagnóstico, o remédio
é uma boa dose de bola no pé e cadencia de jogo, isso só se existir a fórmula
adequada no meio-de-campo.
OITAVAS
Foi em 28 de junho de 2014
Na linha: BRASIL 1 x 1 CHILE
Nos pênaltis: Brasil 3 x 2
Local: Mineirão (Belo Horizonte)
Gols: David Luiz 18min, Alexis Sánchez 41 do 1º tempo.
Nos pênaltis: David Luiz (Gol), William (Fora), Marcelo (Gol), Hulk (Bravo), Neymar (Gol).
Foi em 28 de junho de 2014
Na linha: BRASIL 1 x 1 CHILE
Nos pênaltis: Brasil 3 x 2
Local: Mineirão (Belo Horizonte)
Gols: David Luiz 18min, Alexis Sánchez 41 do 1º tempo.
Nos pênaltis: David Luiz (Gol), William (Fora), Marcelo (Gol), Hulk (Bravo), Neymar (Gol).
Pinilla, (Júlio Cezar), Alexis
Sánchez (Júlio César), Aránguiz (Gol), Marcelo
Diaz (Gol), Jara (Trave).

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